Por João Carlos Juruna Gonçalves – Que a economia tem dado tímidas mostras de recuperação é fato. O desemprego, por exemplo, caiu de quase 14,5 milhões de desempregados para cerca de 13,2 milhões nos últimos meses. Uma recuperação fraca e lenta, mas é sempre uma recuperação. Os juros, apesar de uma sequência de nove reduções “conta gotas”, continuam elevados ante um cenário econômico estagnado, com uma taxa de desemprego ainda assustadora, produção e consumo que reagem vagarosamente e, ainda, a desconfiança e a incerteza que se fazem presentes na vida de milhões de brasileiros, principalmente aqueles de menor renda.

Por Altamiro Borges - O relatório elaborado pelo senador Hélio José (Pros-DF), que tem 253 páginas e será enviado ao plenário da Casa para votação até 6 de novembro, afirma que o sistema previdenciário, que faz parte da seguridade social, é superavitário. Ele ainda aponta os verdadeiros gargalos que precisam ser enfrentados de imediato, como as fraudes e a sonegação, e faz críticas à proposta de reforma do setor apresentada por Michel Temer, que na prática significa o fim da aposentadoria dos brasileiros.

Por Paulo Pereira da Silva - Apesar de toda a pressão exercida pela Força Sindical e pelas demais centrais sindicais, e do apelo de trabalhadores, empresários e toda a sociedade brasileira por juros mais amenos, a taxa Selic, mesmo após nove reduções consecutivas, chegando a 7,50% a. a., continua elevada e emperrando o crescimento econômico do País.

Por Paulo Pereira da Silva - As desigualdades existentes no Brasil de hoje saltam aos olhos! A injustiça social e econômica que a grande maioria da população brasileira vivencia mantêm milhões de crianças fora dos bancos escolares, dificulta o acesso de grande parte do povo à saúde, a moradias dignas, ao transporte, à infraestrutura, a lazer, à alimentação adequada, a empregos de qualidade.

Por Paulo Pereira da Silva - O Brasil, sabidamente, atravessa um período bastante conturbado. E todos nós, sindicatos, federações, confederações, centrais sindicais, trabalhadores e setores organizados da sociedade, temos de participar ativamente desta luta para que o País reencontre o seu eixo assumindo a responsabilidade de nos fazer ouvir no âmbito das grandes questões em nível nacional. E para que, unidos e mobilizados, pressionemos a quem de direito para que nossa economia dê uma guinada radical, para melhor, em seu desempenho. Este compromisso, sem dúvidas, é nosso!

Antônio Augusto de Queiroz, Diap - Após defender a reforma da previdência exclusivamente pelo aspecto fiscal, alegando a existência de “déficits”, insustentabilidade do sistema e necessidade de cumprimento do novo regime fiscal (EC 95), o governo agora trabalha uma nova narrativa, que consiste, de um lado, em denunciar supostos privilégios, especialmente dos servidores públicos, e, de outro, afirmar que a reforma irá contribuir para reduzir as desigualdades de renda no Brasil.

Josué Vidal Pereira - A reforma da Previdência constitui-se num daqueles temas que muito se fala, mas pouco se entende. Da parte do Governo Federal observa-se um esforço fenomenal por meio de altíssimos gastos com publicidade para convencer os trabalhadores acerca da necessidade de dificultar seu acesso aos benefícios ou reduzir supostos “privilégios” de certos grupos, sob o argumento de que o atual modelo previdenciário não é sustentável no longo prazo.

Por Paulo Pereira da Silva - As últimas reduções da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Copom (Comitê de Política Monetária), após uma sequência interminável de aumentos e, depois, de manutenções da mesma em patamares de 14,15% ao ano, já conseguiram fazer com que a economia reagisse e, apesar de lentamente, os empregos começassem a ressurgir.

João Carlos Gonçalves, (Juruna) - A taxa de desemprego no Brasil, que recentemente atingiu a casa dos 14 milhões de trabalhadores, vem apresentando, ultimamente, uma pequena melhora. Notícia animadora, mas ainda insuficiente para atender a altíssima demanda de desempregados trazida pela crise econômica. E esta lenta recuperação favorece, principalmente, trabalhadores homens e pessoas melhor qualificadas. Os trabalhadores menos instruídos mal sentiram qualquer avanço.